quarta-feira, 9 de julho de 2008

Contra-Senso: 11 anos a cortejar o palco…


Encham-se de rubor as montanhas, bradem os homens aos céus, façam calar a musa, porque há 11 anos, numa formosa cidade algarvia, o Contra-Senso nascia …
Após o som das pancadas do dramaturgo francês, os panos abrem num tímido bailado, anunciando 11 anos de aplausos, de lágrimas emocionadas, de sorrisos e de gargalhadas, de abraços apertados, de arrepios periclitantes, de emoções fortes e sensações debutantes.
Tudo isto, numa projecção alucinante dos rostos que protagonizaram as páginas da história do Contra-Senso e que nela deixaram uma marca indelével, e dos momentos de nervosismo incurável e de eterna satisfação que preencheram inesquecíveis cenas do palco e dos bastidores.
Cenas e cenas de palcos desbravados em locais remotos ou até bem próximos, por vezes, improvisados, por vezes, elaborados, preenchidos por públicos, ora tímidos, ora entusiasmados, ditam o mote para o encerrar dos panos, chegando ao fim o primeiro acto…
Porque esta é uma história interminável, real, mas onde a fantasia se supera, aguarda-se que a inspiração desça sobre a pena, a caneta, o teclado ou, simplesmente a imaginação e apresente os próximos actos, repletos de brilho, sonho e esperança, em homenagem à verdadeira essência do Teatro.Porém, antes que os panos reabram, ousamos antecipar-nos e curvamo-nos, numa honrosa e merecida vénia ao nosso público, a musa que nunca se calou, e pela qual continuaremos a cortejar os palcos…

Um comentário:

Sandra disse...

Parabéns pelos 11 anos, por fazerem sonhar quem já trabalhou convosco, por fazerem voar quem assiste aos vossos espectáculos, pela coragem de serem diferentes, sempre respeitando a arte que é estar em cima de um palco!

Saudações teatrais...

Sandra